Ir para o conteúdo
  • O Instituto
    • Quem Somos
    • Nossa História
    • Restauração Ecossistêmica
    • Educação Ambiental
    • Desenvolvimento Rural
    • Nossa Equipe
    • Nosso Trabalho
    • Relatórios
    • Foundation
  • Notícias
  • Visite
  • Contato
    • Fale conosco
    • Sala de imprensa
  • O Instituto
    • Quem Somos
    • Nossa História
    • Restauração Ecossistêmica
    • Educação Ambiental
    • Desenvolvimento Rural
    • Nossa Equipe
    • Nosso Trabalho
    • Relatórios
    • Foundation
  • Notícias
  • Visite
  • Contato
    • Fale conosco
    • Sala de imprensa
  • Apoie
    • Patrocinadores
    • Pessoa Juridica
    • Pessoa Fisica
  • Loja
  • Apoie
    • Patrocinadores
    • Pessoa Juridica
    • Pessoa Fisica
  • Loja
  • PT
Doe
  • O Instituto
    • Quem Somos
    • Nossa História
    • Restauração Ecossistêmica
    • Educação Ambiental
    • Desenvolvimento Rural
    • Nossa Equipe
    • Nosso Trabalho
    • Relatórios
    • Foundation
  • Notícias
  • Visite
  • Contato
    • Fale conosco
    • Sala de imprensa
  • Apoie
    • Patrocinadores
    • Pessoa Fisica
    • Pessoa Juridica
  • Loja
Doe
  • PT

5 sementes nativas que renascem na Mata Atlântica 

Curiosidades sobre espécies que ajudam o Instituto Terra no trabalho de restauração da bacia do Rio Doce

A restauração começa muito antes de uma árvore despontar na paisagem. Ela “nasce” na palma da mão, em sementes que carregam histórias, estratégias de vida e relações profundas com os animais e o próprio ecossistema.  

No Instituto Terra, mais de 300 espécies nativas da Mata Atlântica são coletadas, produzidas e plantadas todos os anos. Entre elas, selecionamos curiosidades de cinco que chamam a atenção pela beleza e pelo papel vital na recomposição da biodiversidade. 

Boleira (Joannesia princeps)

A boleira é daquelas árvores que impõem respeito: chega a 30 metros de altura, faz sombra generosa e alimenta a floresta com seus frutos. Seu apelido — ou como também é conhecida — cutieira, revela o segredo do seu sucesso: as cutias são especialistas em espalhar suas sementes. Elas comem algumas e enterram outras para “guardar” — mas quase sempre esquecem onde deixaram. O resultado? Novas árvores brotando por toda parte. 

Embora os animais adorem seus frutos, a semente não deve ser consumida in natura por humanos, pois tem forte efeito purgativo. Por outro lado, já foi usada como medicamento e até substituiu o óleo de linhaça em pinturas. 

Sapucaia (Lecythis pisonis)

Se existe árvore que une beleza e personalidade, é a sapucaia. Suas folhas novas chegam em tons rosados e seus frutos, conhecidos como cumbuca de macaco, parecem pequenas panelinhas com tampa. O nome “sapucaia” vem do tupi e significa “fruto que faz saltar o olho”, por causa do jeito como a casca se abre. E, claro, carrega também o famoso ditado: “macaco velho não mete a mão em cumbuca” — porque os animais jovens, curiosos demais, às vezes ficam presos ao tentar alcançar suas sementes que, aliás, são riquíssimas em proteínas, fibras e selênio. 

Aroeira Pimenteira (Schinus terebinthifolia)

Delicada por fora e poderosa por dentro, a aroeira-pimenteira produz os característicos frutos rosados que muita gente conhece como pimenta-rosa. A árvore, que chega a 10 metros de altura, é usada na medicina tradicional há séculos — especialmente como o “remédio da mulher”, por seus efeitos anti-inflamatórios e aplicações ginecológicas. Na floresta, seus frutos adocicados atraem aves e pequenos mamíferos, que ajudam a espalhar a espécie. 

Bapeba (Pouteria bapeba)

Com casca vinho e textura aveludada, os frutos maduros da bapeba são um convite à degustação — por animais e por pessoas. Sua polpa doce pode virar suco, doce ou até recheio de bolo. A árvore, que alcança até 15 metros de altura, libera um látex branco quando ferida e já foi usada na medicina popular para aliviar azia e dores no peito. Hoje, é uma espécie ameaçada de extinção, o que reforça a importância de protegê-la e incluí-la em projetos de restauração.

Paineira-rosa (Ceiba speciosa) 

Entre as árvores mais emblemáticas da Mata Atlântica, a paineira-rosa chama atenção de longe: tronco robusto, em forma de “barriga”, coberto de espinhos, e flores que colorem a paisagem em tons de rosa. Quando seus frutos se abrem, liberam a famosa paina — uma fibra branca e sedosa que, no passado, já encheu travesseiros e almofadas. Em algumas culturas, a paineira é considerada protetora de gestantes e símbolo de pureza espiritual. Suas flores são usadas tradicionalmente contra tosse e asma, e um emplastro feito de sua resina já serviu para tratar queimaduras e hérnias. 

Cada semente é uma história — e juntas, elas recriam a floresta 

Essas cinco espécies são apenas uma pequena amostra da diversidade da Mata Atlântica. Mas revelam a força contida em cada semente e o quanto restaurar é também resgatar relações, culturas e modos de vida. 

Plante essa ideia com a gente 

Cada espécie que restauramos hoje é uma árvore que sustentará vidas amanhã.  

Apoie o trabalho do Instituto Terra e ajude a transformar sementes em florestas. Faça uma doação e fortaleça a restauração da Mata Atlântica. 

Cadastre-se para

receber novidades:

Mantenedores Master

Instagram Youtube Facebook Linkedin

Relatórios

Privacidade

Código de Ética

Estatuto Social

© 2026 Instituto Terra. Todos os direitos reservados.
Gerenciar consentimento
Para proporcionar uma melhor experiência, usamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou acessar informações do dispositivo. O consentimento com essas tecnologias nos permite processar dados como comportamento da navegação ou IDs exclusivos neste site. O não consentimento ou a revogação do consentimento pode afetar negativamente determinados recursos e funções.
Funcional Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para o objetivo legítimo de permitir o uso de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou usuário, ou para o único objetivo de realizar a transmissão de uma comunicação por uma rede de comunicações eletrônicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o objetivo legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
Estatísticas
O armazenamento técnico ou o acesso que é usado exclusivamente com objetivos de estatística. O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins de estatísticas anônimas. Sem uma intimação, conformidade voluntária do seu provedor de serviços de internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou coletadas apenas com esse objetivo geralmente não podem ser usadas para identificar você.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário, para criar perfis de usuário para enviar publicidade, ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites com objetivos de marketing semelhantes.
  • Gerenciar opções
  • Gerenciar serviços
  • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
  • Leia mais sobre esses objetivos
Ver preferências
  • {title}
  • {title}
  • {title}
  • PT