Com sede nos EUA, a Fundação Anne Fontaine é uma importante parceira do Programa Olhos D’Água do Instituto Terra. A instituição formalizou novo aporte de recursos para proteger mais 30 nascentes da Bacia Hidrográfica do Rio Doce, beneficiando diretamente mais 15 produtores rurais estabelecidos nos municípios de Baixo Guandu e de Colatina, no Estado do Espírito Santo.

Com ações previstas até julho de 2016, esse novo projeto prevê o isolamento das nascentes e plantio de três mil mudas nativas no entorno dos olhos d’água, totalizando uma área total de 21 hectares. Ao longo das ações de recuperação, o Instituto Terra ainda fará o monitoramento dos recursos hídricos em três das nascentes protegidas, visando medir os ganhos obtidos com a proteção dos olhos d’água.

Essa é a terceira vez que a Fundação Anne Fontaine apoia projetos de recuperação de nascentes realizados pelo Instituto Terra na bacia do Rio Doce. O apoio da fundação francesa já contabiliza 70 nascentes em processo de proteção e recuperação, tendo beneficiado 40 produtores rurais, e permitindo o reflorestamento de 49 hectares de áreas degradas de Mata Atlântica com o plantio de nove mil mudas de espécies nativas, sendo as ações concentradas no município de Aimorés, em Minas Gerais

Novo convênio celebrado com o Governo de Minas Gerais está permitindo ao Instituto Terra produzir 1,2 milhão de mudas de espécies florestais da Mata Atlântica para serem usadas em plantios para reflorestamento na área da bacia hidrográfica do rio Manhuaçu, afluente do Rio Doce.

As mudas serão utilizadas em projetos de recuperação de nascentes, reflorestamento em áreas de recarga hídrica e em áreas degradadas, bem como para revegetação de mata ciliar, visando à melhoria dos recursos hídricos e a conservação dos solos, especialmente em Aimorés, município do leste mineiro. A bacia do Manhuaçu tem área de 9.011 km2, banhando 29 municípios de Minas Gerais e atendendo mais de 308 mil habitantes.

Com vigência até fevereiro de 2017, o novo convênio foi assinado pela Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado de Minas Gerais – SEMAD e vai utilizar recursos do Fundo de Recuperação, Proteção e Desenvolvimento Sustentável das Bacias Hidrográficas do Estado de Minas Gerais – FHIDRO.

O convênio também prevê que do total de mudas produzidas, a equipe do viveiro do Instituto Terra vai elaborar e catalogar os padrões técnicos de produção de parte delas. Dessa forma, ampliam-se as informações disponíveis sobre espécies da Mata Atlântica e suas principais características, com vistas a auxiliar na escolha das espécies mais apropriadas para cada tipo de plantio.

Importante setor da economia nacional, a indústria pode dar grande contribuição para as ações de recuperação ambiental e dos recursos hídricos. Neste sentido, com a meta de revitalizar o Rio Doce a partir da proteção de nascentes, o Programa Olhos D’Água do Instituto Terra foi apresentado nesta quarta-feira (29/04) ao Conselho de Representantes da Federação das Indústrias do Espírito Santo.

Representaram o Instituto Terra os membros do Conselho Diretor José Armando de Figueiredo Campos, Mauro Leite Teixeira e Robson Melo, além do superintendente Executivo Adonai Lacruz. Foram recepcionados pelo presidente do Sistema Findes, Marcos Guerra, que afirmou a importância do tema Água como pauta do setor industrial brasileiro diante da crise hídrica que já se evidencia.

“O Rio Doce é de fundamental importância para o nosso Estado, principalmente para a região Noroeste. O Instituto Terra, por meio de seus idealizadores, o casal Lélia Wanick Salgado e Sebastião Salgado, nos serve de exemplo e nos motiva a preservar o Rio Doce tendo consciência de que a água é um bem vital, fundamental para a sobrevivência humana. Contem com a colaboração do Sistema Findes para fomentar este projeto na região, que tanto nos orgulha”, disse Marcos Guerra, agradecendo pela oportunidade de explanar aos conselheiros do Sistema Findes um importante projeto de recuperação de nascentes.

A experiência de sucesso do Programa Olhos D’Água, do Instituto Terra, será apresentada nesta quarta-feira, na 7º edição do Fórum Mundial da Água. O evento está sendo realizado na Coréia do Sul até o dia 17 de abril. Espera-se que mais de 30 mil pessoas de 170 países participem desta edição, cujos eventos estão divididos entre as cidades de Gyeongju e Daegu.

A apresentação do programa que recupera nascentes do Rio Doce será feito pelo superintendente Executivo do Instituto Terra, Adonai Lacruz, no Pavilhão Brasil, espaço criado pela Agência Nacional de Águas para reunir os brasileiros que participam do Fórum e onde serão feitas apresentações dos projetos que receberam o Prêmio ANA 2014. O Instituto Terra foi o vencedor desta premiação na categoria ONG.

Organizado pelo Conselho Mundial da Água (WWC – World Water Council) e o país anfitrião, o Fórum Mundial da Água ocorre a cada três anos e tem sua próxima edição agendada para Brasília, em 2018.

De acordo com o diretor da ANA Paulo Varela, que integra o quadro de dirigentes do Conselho Mundial da Água, organização com sede em Marselha (França), a vantagem do evento é chamar a atenção de diversos públicos em todo o mundo para a importância da boa gestão da água. “As posições do Fórum não geram decisões vinculantes para os países que dele participam, mas sem dúvida é um fórum que a cada edição consegue chamar mais a atenção para o tema e chamar a reflexão sobre a necessidade das ações ali debatidas”, disse.

Mais informações sobre o Fórum Mundial da Água podem ser obtidas no endereço http://eng.worldwaterforum7.org/main/

O trabalho de Lélia Wanick e Sebastião Salgado à frente do Instituto Terra foi homenageado na última quarta-feira (24), em São Paulo, no 1º Baile de Gala do Brasil Mônaco Project, associação criada por Luciana de Montigny para promover o intercâmbio entre o País e o principado, e que tem como presidente de honra o Princípe Albert II de Mônaco.

O Instituto Terra esteve representado por Juliano Salgado e os diretores José Armando de Figueiredo Campos, Carlos Alberto Roxo e o conselheiro Washington Olivetto. O evento foi promovido pelo casal Mariana e José Auriemo Neto e também contou com um leilão dedicado ao trabalho ambiental desenvolvido pelo Instituto Terra no Vale do Rio Doce. Entre os itens que foram a leilão constavam fotos doadas por Sebastião Salgado.

A fundação francesa Anne Fontaine está apoiando o Instituto Terra na recuperação e proteção de mais 20 nascentes do Rio Capim, que corta o município de Aimorés-MG e é afluente da bacia do Rio Manhuaçu, sub-bacia do Rio Doce.

Os 14 proprietários rurais beneficiados pelo projeto já receberam materiais, como arame, grampos e mourões, para isolar as nascentes do pisoteio do gado, e estão finalizando o plantio das mudas de espécies de Mata Atlântica para recompor a vegetação. As ações de recuperação devem ser concluídas em julho deste ano.

O Instituto Terra, com o patrocínio da Energest e do Instituto EDP, acaba de concluir a proteção de mais 15 nascentes de afluentes da bacia do Rio Guandu, sub-bacia do Rio Doce localizada no município de Baixo Guandu. Assim como as demais bacias que abastecem o Espírito Santo, o Rio Guandu enfrenta nível crítico de degradação dos recursos hídricos, motivado pelo processo de ocupação desordenado sem levar em conta a necessidade de proteção e conservação dos recursos naturais.

Para efetivar a proteção, iniciada em janeiro de 2013, o Instituto Terra promoveu inicialmente a mobilização e capacitação de 15 produtores rurais, cujas unidades rurais abrigavam as nascentes protegidas. Essa fase, que exigiu a visita de técnicos do Instituto Terra às propriedades, bem como a realização de reuniões com as associações locais de produtores, contou com parcerias junto à Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Baixo Guandu, junto ao Instituto de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (INCAPER), ao Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (IDAF) e ao Comitê de Bacia do Rio Guandu.

Com os produtores conscientes da necessidade de preservar os recursos hídricos e promover o reflorestamento, foi realizado o isolamento dos olhos d’água, promovidos plantios com espécies de Mata Atlântica no entorno dos mesmos, bem como foram realizados os estudos georeferenciados de uso e ocupação do solo de cada uma das propriedades atendidas, propondo as adequações ambientais necessárias.

As ações de proteção na bacia do Rio Guandu fazem parte do “Doces Nascentes Capixabas”, projeto do Instituto Terra que segue para sua terceira edição, também contando com o apoio da EDP, visando promover a recuperação de outros 13 olhos d’água, beneficiando mais 13 produtores rurais. Nesta nova etapa, no entanto, além de promover a recuperação dos ecossistemas naturais associados às nascentes, o projeto vai ajudar os produtores a promover o Cadastro Ambiental Rural (CAR), bem como a adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA).

O “Doces Nascentes Capixabas” integra as ações do “Olhos D’Água”, programa do Instituto Terra que tem como meta proteger todas as nascentes do Rio Doce.

A Rede Gazeta é a nova parceira do Instituto Terra no Programa Olhos D’Água. A empresa de comunicação vai apoiar a divulgação das ações do programa que visa recuperar todas as nascentes do Rio Doce, estimadas em mais de 370 mil.

Os fundadores do Instituto Terra, Lélia Deluiz Wanick Salgado e Sebastião Salgado assinaram o termo de parceria juntamente com o diretor-geral e a diretora de Desenvolvimento Institucional da Rede, Café Lindenberg e Letícia Lindenberg, durante o Fórum SOS Rio Doce, realizado no dia 11 de março, em Vitória.

“O projeto é para recuperar todas as nascentes do Rio Doce. Isso vai para mais de 30 anos. É uma parceria que está aberta, ela não tem fim. São mais de 30 mil nascentes”, acrescentou a diretora da Rede, Letícia Lindenberg.

O evento promoveu debates sobre a grave crise que afeta a bacia hidrográfica do Doce, e que foi alvo de uma expedição científica realizada pela TV Gazeta Norte e Noroeste recentemente. Participaram empresários, gestores públicos e ambientalistas.

“É preciso ter consciência que já estamos atrasados frente ao problema da água. Não vamos conseguir resolver para amanhã, pois exige tempo. Uma nascente recuperada e protegida leva alguns anos para restabelecer por completo o fluxo de água. Temos que agir rápido”, alertou a presidente do Instituto Terra, Lélia Deluiz Wanick Salgado, lembrando que recuperar as nascentes, junto com o reflorestamento dos topos de morro e matas ciliares, é fundamental para garantir que os rios tenham água no futuro.

Vice-presidente do Instituto Terra, Sebastião Salgado, apontou a formação de parcerias como único caminho possível para reverter o atual quadro de degradação ambiental. “Nós matamos os nossos rios. Todos nós somos responsáveis, o problema é de todos. Temos que contar com todas as entidades, empresas, Governo Federal, governos estaduais e municipais, e com a sociedade, para poder fazer”.

Também participaram o fórum o professor e pesquisador do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), Abrahão Elesbon, e o diretor do Instituto Terra, Henrique Lobo, que deu exemplos de rios recuperados em várias cidades do mundo. A jornalista Miriam Leitão participou como mediadora dos debates.

Com o objetivo de unir forças em favor da recuperação do Rio Doce, o Instituto Terra recebeu representantes dos Comitês que compõem a Bacia Hidrográfica do Rio Doce. O encontro foi realizado no dia 6 de março, em sua sede em Aimorés (MG).

Com a participação dos fundadores e dirigentes do Instituto Terra, Lélia Deluiz Wanick Salgado e Sebastião Salgado, o encontro permitiu aos representantes dos CBHs conhecerem melhor os resultados do Programa Olhos D’água, que tem como meta proteger todas as nascentes do Rio Doce, e que em fases mais avançadas deverá contar com a participação de todos os comitês.

Também participaram do evento o presidente do CBH-Doce, Leonardo Deptulski; o diretor geral do IBIO-AGB Doce, Ricardo Valory; além de representantes dos Comitês das Bacias afluentes. O Instituto Terra propôs uma parceria junto aos comitês para que seja possível definir áreas prioritárias a serem trabalhadas pelo programa, que acaba de receber o apoio da ArcelorMittal Brasil, que irá destinar recursos da ordem de R$ 6,8 milhões para prover o programa com insumos como grampos, mourões e arame, viabilizando a parte do isolamento dos olhos d’água.

Para delimitar essa área que será inicialmente trabalhada, a proposta é utilizar como referência o Plano Integrado de Recursos Hídricos (PIRH) da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (PIRH), que contempla metas para a recuperação da bacia até 2030.

Após a realização da “Expedição Diagnóstico Científico Rio Doce”, a Rede Gazeta e o Instituto Terra assinam um termo de parceria e realizam o Fórum SOS Rio Doce, na próxima quarta-feira, 11 de março, em Vitória (ES). O debate terá a participação dos fundadores do Instituto, Sebastião Salgado e Lélia Wanick, com a mediação da jornalista Miriam Leitão.

O encontro, limitado a convidados no auditório da Rede Gazeta, vai apresentar o resultado da expedição e o programa “Olhos D’água” de preservação das nascentes do rio. Entre os debatedores estão o pesquisador do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), Abrahão Elesbon, junto com o engenheiro sanitarista e ambiental Henrique Lobo e o presidente do Comitê da Bacia do Rio Doce, Leonardo Deptulski, que participaram da expedição científica.

Rio Doce

A Bacia hidrográfica do Vale do Rio Doce se estende entre os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo e banha 230 municípios, sendo 28 no Espírito Santo e 202 em Minas Gerais. Sua extensão abrange uma área de 8.264.600 hectares (INPE, 2000), ou 82.646 km2, o que equivale à superfície de um país como Portugal. Com um total de 853 quilômetros de percurso, o Rio Doce deságua na Vila de Regência, em Linhares (ES).

Diagnóstico Científico do Rio Doce

A TV Gazeta Norte e a Noroeste realizaram a série de reportagens “Expedição Diagnóstico Científico Rio Doce” no final do ano passado. A expedição começou na divisa do Espírito Santo com Minas Gerais, na cidade mineira de Aimorés, onde o grupo se reuniu na sede do Instituto Terra, conhecido como um refúgio de recuperação e preservação da Mata Atlântica.

Ao todo, a expedição percorreu 160 quilômetros, até a foz do Rio Doce, no mar de Regência em Linhares. No caminho, os pesquisadores coletaram e analisaram as condições de poluição, vazão e profundidade da água. Os especialistas também fizeram um levantamento completo do solo, da flora e da fauna às margens do Rio Doce. A equipe de reportagem esteve, inclusive, no município mineiro de Governador Valadares, maior cidade localizada às margens do Doce, onde o esgoto é lançado em tratamento dentro do rio.

O diagnóstico encontrado no Espírito Santo poderá ser usado como um parâmetro para a preservação do rio também em Minas Gerais, afinal, os problemas são praticamente os mesmos nos dois Estados.

Sobre o Programa Olhos D’Água

Desenvolvido pelo Instituto Terra desde 2010, o “Olhos D`Água” envolve sete municípios banhados pela bacia hidrográfica localizada entre os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo e foi escolhido pela ONU-Água, em 2011, como uma das 70 melhores práticas para a recuperação e conservação dos recursos hídricos em nosso planeta. O programa se divide em projetos menores, com parceiros, patrocinadores e locais de atuação diferentes. Além disso, todos os projetos envolvem a mobilização das comunidades e dos pequenos proprietários rurais, do poder público municipal e do Comitê da Bacia.

O programa “Olhos D`Água” exige a conscientização de pequenos produtores rurais (a maioria das nascentes se encontra dentro dessas pequenas propriedades), além da elaboração de projeto técnico de uso e ocupação do solo e da distribuição de insumos para proteção e recuperação dos mananciais. Após a conclusão dessas primeiras etapas, o Instituto Terra também realiza, por um período de três anos, o monitoramento da vazão e qualidade da água das nascentes protegidas.

O Instituto Terra é uma organização civil sem fins lucrativos fundada em abril de 1998, que atua na região do Vale do Rio Doce, entre os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Suas principais ações envolvem a restauração ecossistêmica, produção de mudas de Mata Atlântica, extensão ambiental, educação ambiental e pesquisa científica aplicada.

Convidados do Fórum SOS Rio Doce

Miriam Leitão – Jornalista, colunista do jornal O Globo, comentarista da TV Globo, Globonews e CBN, escritora e autora do best-seller Saga Brasileira.

Sebastião Salgado – Fotógrafo e economista formado pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), com pós-graduação na Universidade de São Paulo e na Universidade de Paris. Ele é cofundador e vice-presidente do Instituto Terra.

Lélia Wanick Salgado – Diretora artística de fotografia e arquiteta formada pela École Nationale Supériure des Beaux-Arts, Paris, além de licenciada e mestre em Urbanismo pela Université Paris VIII. Ela é esposa de Sebastião Salgado e também cofundadora e presidente do Instituto Terra.

Abrahão Elesbon – Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes), campus Colatina. Ele também é engenheiro Civil formado pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), mestre em Engenharia Ambiental, doutor em Engenharia Agrícola, pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) e membro do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Santa Maria do Doce. Sua área de atuação é o Gerenciamento Integrado de Recursos Hídricos.

Leonardo Deptulski – Formado em Engenharia Industrial Mecânica e bacharel em Ciências Contábeis, ele é presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce, presidente do Condoeste, presidente do Consórcio Intermunicipal de Saneamento Básico do Espírito Santo (CISABES), presidente do Cointer e vice-presidente da Associação dos Municípios do Estado do Espírito Santo (Amunes). Leonardo Deptulski também é prefeito de Colatina.

Henrique Lobo Gonçalves – Engenheiro agrônomo, sanitário e ambiental, formado pela Universidade Federal de Viçosa e Universidade Católica de Minas Gerais. Atua como relações institucionais da Estrada de Ferro Vitória a Minas – Vale, é também membro do Comitê do Rio Doce e Comitê do Rio Santa Maria da Vitória. Foi membro do Conselho da Biosfera da Mata Atlântica e do Conselho do Fundo Nacional de Meio Ambiente, além de ter participação técnica no Projeto França – Brasil do Rio Doce.

Serviço:
Fórum SOS Rio Doce

Data: 11/03 (quarta-feira) – Horário: a partir das 17h. Local: Auditório da Rede Gazeta, em Vitória. Entrada: o encontro é para convidados.

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