Infraestrutura ganha forma e prepara o terreno para a produção de até 2 milhões de mudas nativas por ano
Em novembro, o novo viveiro do Instituto Terra completou um ano de obras — e segue avançando a todo vapor. Desde 2024, cerca de 50 profissionais, entre equipes próprias e terceirizadas, têm trabalhado intensamente na construção daquele que será um dos maiores viveiros de espécies nativas da Mata Atlântica no país.
Projetado em duas etapas de operação, o empreendimento ocupará uma área total de 3,8 hectares. Na fase 1, a capacidade anual de produção será de 1 milhão de mudas nativas; já na fase 2, planejada para expansão futura, a produção irá alcançar a marca de 2 milhões.
Para viabilizar essa estrutura, uma série de processos críticos está em andamento simultaneamente:
- Terraplanagem e preparo do terreno;
- Construção do galpão operacional de 800 m²;
- Implantação do sistema de captação de água no Rio Manhuaçu;
- Instalação dos sistemas de filtragem, irrigação e fertirrigação, fundamentais para garantir qualidade e saúde das mudas;
- Execução das bases que futuramente receberão pátios, estufas e equipamentos — estruturados conforme a demanda da fase 2.

A previsão é que a pré-inauguração do viveiro ocorra em janeiro de 2026, com os processos essenciais já em operação inicial. As obras complementares e de acabamento seguirão até março de 2026, preparando o espaço para funcionar como um verdadeiro polo de restauração ecológica na bacia do Rio Doce.
O projeto, que conta com o apoio da Zurich Seguros, mostra que tecnologia, ciência, dedicação e parcerias comprometidas com a reconstrução da Mata Atlântica podem ampliar de forma significativa o impacto do Instituto Terra na restauração de paisagens e na recuperação de áreas degradadas.
Acesse a página do Refloresta, projeto de restauração ecossistêmica do Instituto Terra, e veja como apoiar esse impacto.