Representantes da ONG marcam presença em painel do Financial Times, patrocinado pelo Grupo Zurich Seguros (Zurich), e em jantar promovido pelo KfW
Dia 13 de novembro foi mais um dia marcante para o time do Instituto Terra na COP30, especialmente no fortalecimento das redes de colaboração que sustentam o avanço da restauração ecossistêmica e da agricultura regenerativa no vale do Rio Doce.
Um painel de prestígio internacional
Às 15h, o Instituto Terra esteve presente no painel “Getting ecosystem restoration right: Conditions and success factors”, promovido pelo Financial Times e patrocinado pela Zurich.
A mesa reuniu nomes de grande relevância na agenda global de sustentabilidade. Entre eles estavam:
- Pilita Clark, editora associada e colunista de negócios do Financial Times (moderadora);
- Linda Freiner, CSO da Zurich Insurance Group;
- Christiane Lalbach, membro do conselho do KfW;
- Juliano Salgado, presidente do Instituto Terra;
- Pascal Chapot, Global Head of Agriculture da Nestlé.
No debate, Juliano destacou o trabalho contínuo do Instituto Terra na restauração ecossistêmica da bacia do Rio Doce. O momento foi uma oportunidade valiosa para apresentar como o apoio da Zurich, ao longo dos últimos cinco anos, tem viabilizado ações essenciais: desde o plantio de árvores até investimentos em infraestrutura, como a construção do novo viveiro e melhorias operacionais, e a aquisição de novas áreas — o que permitiu a ampliação do programa Refloresta e seu impacto na região.

A presença da representante do banco alemão KfW, parceira fundamental do Instituto Terra no programa Terra Doce, frente de desenvolvimento rural sustentável, reforçou o caráter colaborativo que marca o avanço das iniciativas de agricultura regenerativa no território. Também foi especialmente rica a contribuição da Nestlé, que apresentou os esforços da empresa para ampliar o uso de matérias-primas provenientes de sistemas regenerativos — um tema cada vez mais central nas agendas corporativas e climáticas.
O painel evidenciou algo que o Instituto Terra conhece bem: restaurar um ecossistema só é possível com colaboração, ciência, investimento e compromisso de longo prazo. Dividir essa mesa com parceiros tão alinhados à construção de soluções reais foi, sem dúvida, um momento de grande reconhecimento.
Uma noite para celebrar conquistas e renovar compromissos
Encerrando o dia, a delegação participou de um jantar promovido pelo KfW. Foi um encontro leve, acolhedor e simbólico: uma celebração da parceria que tem permitido ao Instituto Terra avançar de forma consistente na área de bioeconomia, um dos temas centrais para o Brasil nesta edição da COP.
O momento reforçou um sentimento compartilhado por todos: quando instituições se unem por um propósito comum, a regeneração se torna possível e escalável.
Vem com a gente nessa jornada
Não poderíamos deixar de agradecer aos nossos parceiros que tornaram possível a participação do Instituto Terra na COP30 — Zurich, KfW, Zize Zink e doadores individuais. Cada passo dado aqui só acontece porque caminhamos juntos.
Seguimos em Belém levando a força da restauração e da agricultura regenerativa ao debate global.
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