Grupo Zurich Seguros (Zurich) e Instituto Terra celebram cinco anos de colaboração e resultados concretos no vale do Rio Doce
“Devemos reconstruir partes do planeta que destruímos, mas isso não pode ser feito sozinho.” A frase de Sebastião Salgado abre o vídeo da Zurich em homenagem à colaboração que vem ajudando a transformar a bacia do Rio Doce.
O Zurich Forest Project nasceu em 2020 como um gesto de confiança e propósito compartilhado entre a seguradora e o Instituto Terra. E hoje essa união celebra cinco anos de resultados concretos na restauração da Mata Atlântica.
Do sonho à transformação
Criado por Lélia Deluiz Wanick Salgado e Sebastião Salgado em 1998, o Instituto Terra surgiu do desejo de ver a vida renascer onde tudo parecia perdido. “Cada ano, nós aprendíamos como fazer, porque era algo completamente novo”, relembra Lélia. O filho do casal, Juliano Ribeiro Salgado, completa: “Eles trouxeram a vida de volta. Nós trouxemos a vida de volta.”
Em 2019, quando a Zurich conheceu o trabalho do Instituto Terra, a conexão foi imediata. “A Zurich chegou na nossa vida e foi maravilhosa”, conta Lélia. “Avançamos três degraus no nosso projeto porque eles tiveram um desejo: fazer uma grande floresta. E nós levamos isso a sério.”
Crescimento compartilhado
O Zurich Forest Project começou com o compromisso de plantar 1 milhão de árvores nativas até o final de 2027, somando-se às 2,5 milhões que já havíamos cultivado. Mas a parceria rapidamente foi além: o investimento da seguradora contribuiu para que pudéssemos triplicar a área de restauração com a aquisição de novas terras — passando de 700 para 2.400 hectares —, e ampliar a infraestrutura com estradas, motos, tratores, sistemas de irrigação e suportes biodegradáveis para as mudas no viveiro — substituindo o plástico por soluções sustentáveis.
“Descobrimos uma organização que é como a gente”, diz Juliano. “Estamos em uma mudança permanente, construindo algo realmente lindo.”
Floresta, conhecimento e futuro
Com o apoio da Z Zurich Foundation — organização filantrópica fundada por membros da Zurich —, o Instituto Terra está construindo um novo viveiro, capaz de, inicialmente, produzir 1 milhão de mudas por ano — o dobro da capacidade atual. Eventualmente, este número chegará a 2 milhões de mudas por ano, visto que a obra está sendo realizada em módulos.
O impacto da colaboração também se expande para o campo da educação ambiental. A partir de 2026, a fundação apoiará a continuação e ampliação do Núcleo de Estudos em Restauração Ecossistêmica (NERE) — inclusive em uma versão online pela primeira vez —, permitindo que o programa de formação técnica e agroecológica chegue a jovens de todo o Brasil, preparando-os para os chamados empregos verdes (green jobs).
Um legado que permanece
O vídeo termina em tom de homenagem: “Meu nome é Sebastião Salgado. Eu nasci em um lugar que eu chamava de paraíso”, diz o próprio fotojornalista em um evento da Zurich.
Em agosto de 2025, as cinzas de Sebastião foram depositadas nas raízes de uma peroba-amarela plantada no solo do Instituto Terra — o lugar onde ele nasceu, foi criado e ajudou a transformar.
Mais do que uma memória, o Instituto Terra e a Zurich perpetuam esse paraíso reconstruído, onde o cuidado com o planeta e com as pessoas caminha lado a lado. Uma parceria que honra o passado, transforma o presente e semeia o futuro.
Assista ao vídeo completo sobre a colaboração e deixe-se inspirar e emocionar por essa história de esperança e renovação.