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Aimorés, MG - Brasil | 28/04/2017 - Boa tarde!  
   
 
O que fazemos - Educação ambiental
 
 

Centro de Educação e de Recuperação Ambiental – CERA

Desde o início, os fundadores do Instituto Terra, Lélia Deluiz Wanick Salgado e Sebastião Salgado, se mobilizaram para tornar o Instituto num pólo irradiador de uma nova consciência ambiental, baseada na recuperação e conservação florestal. E para implementar os componentes de educação e pesquisa, o Instituto Terra criou, em 19 de fevereiro de 2002, o Centro de Educação e Recuperação Ambiental (CERA).

Sua missão é contribuir para o processo de recuperação ambiental e o desenvolvimento sustentável da Mata Atlântica, em especial na região da Bacia do Rio Doce. Através do CERA as tecnologias desenvolvidas são difundidas, sendo estimulada uma reflexão sobre o atual modelo de desenvolvimento, visando potencializar a formação de agentes de transformação rumo ao desenvolvimento sustentável.

Até dez./2012, mais de 700 projetos educacionais já foram desenvolvidos para um público superior a 65 mil pessoas, de mais de 170 municípios do Vale do Rio Doce, entre os Estados do Espírito Santo e Minas Gerais, alcançando também os Estados da Bahia e Rio de Janeiro.

A estratégia do CERA é trabalhar o público que tenha importância acentuada para a recuperação e conservação ambiental local e regional, tais como: professores de escolas técnicas agrícolas e florestais; professores de escolas de ensino fundamental e médio; prefeitos, secretários de meio ambiente, lideranças políticas e, principalmente, os produtores rurais da região.

Núcleo de Estudos em Restauração Ecossistêmica

Inaugurado em agosto de 2005, foi criado o Núcleo de Estudos em Restauração Ecossistêmica para proporcionar a formação pós-técnica, teórica e prática, de técnicos agrícolas, ambientais e florestais. O objetivo desse núcleo é se tornar referência na capacitação de profissionais que possam atuar na recuperação de áreas degradadas, na restauração e valoração ambiental, além de fazer uso sustentável dos recursos naturais e de técnicas alternativas à produção, administração e manejo de propriedades rurais.

A construção da residência dos alunos e a aquisição de equipamentos contaram com a colaboração da Philips do Brasil e da Fundação Florindon, na Suíça. E o estudo para a criação do currículo do curso foi financiado pela International Finance Corporation (IFC).

Funcionando em regime de internato, a capacitação oferecida pelo Núcleo de Estudos em Restauração Ecossistêmica abre 20 vagas a cada ano. Além de alojamento e alimentação, cada aluno recebe ainda uma ajuda de custo mensal durante o período de formação.

O investimento na formação destes técnicos, orientados para a conservação e recuperação ambiental da Mata Atlântica, visa atingir um público muito específico: os agricultores da região do médio Rio Doce, bem como empresas e Governo. É um dos meios que permite ao Instituto Terra replicar o conhecimento adquirido na recuperação da Mata Atlântica, incentivando um modelo de agricultura sustentável na região.

 

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