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Aimorés, MG - Brasil | 18/12/2018 - Boa tarde!  
   

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MEIO AMBIENTE
Instituto Terra realiza novas ações de proteção de nascentes em Baixo Guandu-ES
Autor: Comunicação - 01/08/2018

 

Com o apoio da Energest e do Instituto EDP Energias do Brasil, projeto também vai instalar mini-estação de tratamento de esgoto nas unidades rurais selecionadas

Principal fonte de captação de água do município de Baixo Guandu-ES após o rompimento da barragem em Mariana-MG, a bacia hidrográfica do Rio Guandu recebe mais ações para proteção de nascentes por parte do Programa Olhos D’Água do Instituto Terra, a partir de novo apoio da Energest e do Instituto EDP Energias do Brasil.

O novo projeto contempla a proteção de seis nascentes – com a construção de cercas pelos próprios produtores rurais a partir dos materiais que recebem em doação pelo projeto – e a instalação de mini-estações de tratamento de esgoto doméstico nas três propriedades rurais selecionadas, para evitar o problema da contaminação do solo e das fontes de água.

Também está previsto para a próxima estação das chuvas (entre outubro e dezembro) o plantio de perto de 1 mil mudas de espécies da Mata Atlântica ao redor dos olhos d’água, tendo em vista que algumas das áreas de nascentes apresentaram bom quadro para a regeneração natural.

A equipe do Instituto Terra já realizou a mobilização e sensibilização das famílias rurais participantes, contando o apoio da Secretaria de Meio Ambiente do Município de Baixo Guandu. Também foram elaborados os projetos técnicos com o diagnóstico ambiental, que apontam as ações necessárias para promover a recuperação das nascentes selecionadas pelo projeto.

Parceria - Com prazo de encerramento das atividades marcado para dezembro de 2018, este projeto é o quarto estabelecido com o patrocínio da Energest e do Instituto EDP para a proteção de nascentes. Desde 2011 a parceria com o Programa Olhos D’Água já permitiu a proteção de 45 nascentes, que receberam ações para sua revitalização na área da bacia do Rio Guandu.

Inserida no bioma Mata Atlântica, a região da bacia hidrográfica do Rio Guandu abriga uma população estimada em mais de 88 mil habitantes, e é um recorte do que acontece em toda a região do Vale do Rio Doce, sofrendo com os avanços da degradação ambiental e o aumento do consumo hídrico além da capacidade de reestruturação dos ciclos hidrológicos, em parte também pelos anos sucessivos de seca acentuada.

“Ao proteger as nascentes, espera-se que estas se recuperem e consigam contribuir para o aumento da quantidade e qualidade dos recursos hídricos da região, que por sua vez contribuirão para a manutenção do ciclo hidrológico dos rios, gerando maior oferta de água”, explica Isabella Salton, diretora Executiva do Instituto Terra, lembrando que o Programa Olhos D’Água também promove de maneira associada a conscientização dos pequenos produtores rurais e suas famílias para a importância da preservação ambiental e do uso correto dos recursos naturais.

 

 
 


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