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MEIO AMBIENTE
Incêndio na Reserva de Itapina, em Colatina-ES
Autor: Comunicação - 12/08/2013

 

Um grande incêndio atingiu na tarde de domingo, 11 de agosto, a Reserva Ecológica de Itapina, no município de Colatina, no Espírito Santo, destruindo, aproximadamente, 40% da cobertura vegetal da área, que estava sendo reflorestada pelo Instituto Terra.

Os focos de incêndios na área da Reserva começaram no início da tarde de domingo, quando o Instituto Terra acionou o Corpo de Bombeiros, e só foram controlados efetivamente na manhã de segunda-feira (12), chegando a atingir propriedades rurais no entorno da Reserva.

Ainda não se sabe as causas do incêndio, que se alastrou rapidamente, consumindo grande parte do trabalho de plantio e manutenção que estava sendo feito para recuperar a biodiversidade da área. O trabalho de reflorestamento é fruto de uma iniciativa do Instituto Terra e que contou com o apoio do BNDES, Samarco e Prefeitura Municipal de Colatina.

Ainda não se descarta a possibilidade de ter sido um incêndio intencional, tendo em vista que todo o trabalho para proteção da Reserva foi efetivado como previsto, com a construção da cerca e do aceiro num perímetro de 5.000 metros lineares, envolvendo toda a unidade de conservação do bioma Mata Atlântica.

Além de comunicar imediatamente as autoridades competentes, o Instituto Terra lavrou Boletim de Ocorrência junto ao Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Ambiental e Polícia Civil, para proceder à devida apuração das causas do incêndio.

De imediato também foi mobilizada toda a equipe de campo do Instituto Terra, que está atuando no sentido de minimizar os danos e combater os últimos focos do fogo na Reserva e em áreas vizinhas.

É com muita tristeza que o Instituto Terra noticia o ocorrido e aguarda a devida apuração das causas, tendo em vista que há 4 anos estava em curso na área um grande projeto de reflorestamento, que apresentou grau de complexidade extrema, para chegar ao ponto em que estava de recuperação ambiental, devido ao avançado estágio de degradação em que se encontrava, fruto de uma exploração predatória, que causou a perda de nutrientes, da cobertura vegetal existente e marcadamente de solo.

"O Instituto Terra estava, inclusive, comemorando o fato de ter conseguido alcançar as métricas previstas no escopo do projeto de reflorestamento, que era de 1.112 mudas plantadas por hectare e com sucesso no estabelecimento das mesmas no solo", infoma o superintendente Executivo do Instituto Terra, Adonai Lacruz. As ações de reflorestamento e proteção tinham previsão de ser concluídas já em 2014.

 

 
 


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